Quando o vento vira página, teu nome permanece
Hoje o calendário gira e o mar acalma. Teu riso desenha sulcos novos na areia, e parece que até o vento, mais curioso, paira só pra guardar teu instante. Há algo do infinito no jeito calmo que tu revelas teus planos, como se cada página virada anunciasse um campo novo pra gente caminhar. O tempo te veste sem pressa, e eu sigo aqui, descobrindo flores no jardim do teu jeito de existir. Que o novo ano que começa saiba da sorte que é te abrigar.
· Júlia Marques
Entre a brisa que reinventa tudo, teu nome segue sendo constância e pouso, como se o tempo tivesse escolhido descansar onde te encontra.



