Oito anos - e eu ainda te escolho no primeiro segundo do dia

Tem uma coisa estranha no tempo quando a gente ama de verdade: ele passa rápido demais nos dias felizes e nos lembra, nos difíceis, que há alguém do outro lado. Oito anos contigo foram isso - a pressa dos melhores momentos e a solidez de saber que você estava lá quando o chão balançou. Não é pouca coisa. É, na verdade, quase tudo. Drummond dizia que amar é um ato de fé. Eu diria que é também um ato de escolha - e eu te escolho toda manhã, sem hesitar, sem calcular, sem pesar o que ficou pelo caminho. Feliz aniversário nosso. Que os próximos oito tragam o que esses já ensinaram: que juntos, a gente chega mais inteiro em qualquer lugar.
· Profa. Beatriz Coelho
Oito anos de escolha diária - e eu não trocaria nenhum deles.



