Quatro anos - e a tua mão ainda me parece promessa

Quatro anos não são quatro estações repetidas. São quatro vezes em que eu poderia ter ido embora e decidi ficar. Decidi nas manhãs sem graça, nas brigas que chegaram sem avisar, nas noites em que o silêncio pesou e mesmo assim não nos separou. 'O amor tudo suporta, tudo crê, tudo espera' - não aprendi isso num livro, aprendi no meio de nós dois. (1 Co 13:7) Você não é perfeita, amada. E eu, menos ainda. Mas há entre nós algo que não inventamos - foi plantado por mãos maiores que as nossas. Quatro anos. E eu ainda te vejo chegar como se fosse graça que eu não merecia. Que o Senhor guarde o que construímos aqui e faça crescer o que ainda está por vir.
· Pastor Antônio
Quatro anos que não se contam - se sentem, um dia de cada vez.


