Mar aberto e dez janeiros de riso partilhado
Guardei conchas no bolso das memórias: dez janeiros e tempestades depois, seguimos rindo do sal no lábio. Tua presença é vento que encosta o barco no cais certo, mesmo quando o mapa falha. A cada página virada, passamos a caneta juntos, sublinhando o que importa. Se hoje brindo, é ao jardim que insistiu florir entre pressa e pausa. Obrigada por ser casa e horizonte. Que venham mais ondas, mais risos, e a calma depois do mergulho.
· Júlia Marques
Dez anos que o tempo soprou como vento bom: amizade que aprende a voltar ao cais e celebrar cada página virada. Texto curto, lírico, para compartilhar.



