Entre olhares atentos, celebro o tempo que você soma
Hoje lembro daquele primeiro encontro, quando sua voz soou estrangeira e, ao mesmo tempo, curiosamente familiar. Com o passar dos meses, você foi desenhando um papel onde antes só havia espaço vazio: trouxe novas perguntas à mesa, soluções delicadas nos dias mais ásperos, e um certo frescor de manhã silenciosa. Às vezes penso na imagem que Cecília Meireles imprimiu - 'Liberdade é pouco. O que desejo ainda não tem nome.' Talvez seja isso: você chegou e deu nome a uma leveza em nossa casa que só se percebe quando já está entre nós. Que seu novo ciclo seja morada de descobertas generosas, afetos cultivados e realizações que te façam sorrir com tranquilidade. Receba minha admiração, e também o sincero desejo de que os próximos dias sejam claros e surpreendentes, a cada página virada.
· Profa. Beatriz Coelho



