Quando o relógio vira, nasce uma nova maré entre nós
Nem sempre notamos, mas no silêncio entre conversas ou no tilintar dos teclados, nasce uma brisa de cumplicidade. Hoje o calendário vira e você desabrocha mais uma estação nesse nosso jardim cotidiano. Sua presença clareia o caminho sem prometer sol, mas inventando manhãs possíveis, mesmo no cinza de segunda. Que o novo ano seja como aquele vento bom que chega de repente: leve, refrescante e cheio de futuro. Sigo torcendo para que nunca faltem páginas em branco e cafés trocados entre uma tarefa e outra.
· Júlia Marques
Um novo ciclo chega, e escolho atravessá-lo com as palavras certas para quem compartilha a mesma barca do cotidiano, onde amizade floresce entre as tarefas.

