Cinco anos, e ainda sinto aquele frio no estômago

Cinco anos não são cinco calendários. São cinco invernos em que eu aprendi onde você guarda o medo e como você ri quando está feliz de verdade. São as manhãs sem pressa e as noites em que a palavra certa não veio - mas você ficou. O Senhor disse que há tempo para tudo: tempo de semear, tempo de colher (Ec 3:1-2). Nós semeamos juntos - paciência, perdão, o silêncio que cura mais que o discurso. E agora colho: um amor que não é perfeito, mas é verdadeiro. Um amor que aprendeu a dobrar os joelhos antes de levantar a voz. Cinco anos, amada. E cada um deles foi escolha. Que o Deus que nos guiou até aqui continue sendo a âncora de tudo o que ainda vamos construir.
· Pastor Antônio
Cinco anos não são cinco calendários - são escolha, silêncio e graça renovada.



