Vinte e cinco anos: uma luz que aprendeu a arder devagar

Vinte e cinco anos não chegam de uma vez. Vêm aos poucos, como a madrugada que cede ao dia, como a oração que começa baixinho e vai encontrando as palavras certas. Olho pra você e vejo alguém que ainda carrega a leveza do início mas já sabe o peso de certas escolhas. Isso é graça - não a graça fácil, a que vem sem custo. A outra: a que amadurece. Nossa Senhora Aparecida foi encontrada partida, no fundo do rio. E mesmo assim, inteira. Você também já foi fundo, e voltou. Que estes vinte e cinco anos sejam o chão firme de tudo o que ainda está por florescer. Paz no caminho. Luz no que vier.
· Padre Henrique
Um poema que contempla os 25 anos com olhar de fé, leveza e profundidade mariana.



