Oito anos: o ciclo que nos tornou o lar um do outro

Oito anos não cabem em número. Cabem na forma como você vira pra mim no meio da noite sem razão nenhuma - só pra saber que eu tô aqui. Cabem no silêncio que a gente aprendeu a dividir sem medo, no hábito que virou âncora, na rotina que virou escolha. Eu poderia falar em bronze - metal que suporta pressão, que não quebra fácil, que com o tempo só fica mais bonito. Mas prefiro falar em nós: na jornada que a gente construiu tropecando junto, evoluindo junto, abrindo novos capítulos quando o anterior já parecia perfeito. Oito anos. E eu escolheria de novo - com mais convicção do que da primeira vez.
· Rafael Andrade
Oito anos que não cabem em número - cabem em escolha, em silêncio dividido, em evolução.


